🏗️ 1. As Camadas de Controle (Prevenção vs. Detecção)

A gestão da qualidade é mais barata quanto mais cedo o erro é identificado. O sistema divide o controle em três momentos críticos:

  1. Controle Preventivo: Auditoria dos SOPs e treinamento do time antes do início da tarefa. É o investimento mais eficiente.
  2. Controle Concorrente (Checkpoints): Verificações obrigatórias durante a execução (ex: uma revisão por pares antes de avançar o card no Kanban).
  3. Controle de Saída: Inspeção final antes do envio ao cliente. É a última barreira para proteger o OTIF.

📐 2. A Matemática do Desperdício

Para quantificar o impacto da falta de qualidade, a subpágina utiliza dois indicadores fundamentais:

Taxa de Retrabalho $(TR)$:

Mede o percentual de tarefas ou produtos que precisaram de correção.

$$ TR (\%) = \left( \frac{\text{Total de Itens Refeitos}}{\text{Total de Itens Entregues}} \right) \times 100 $$

Custo da Não-Qualidade ($CNQ$):

Representa o valor financeiro jogado fora. Inclui horas extras, novos insumos e desgaste da equipe.

$$ CNQ = \sum (\text{Horas Gastas em Correção} \times \text{Custo da Hora}) + \text{Custo de Materiais Desperdiçados} $$


🚦 3. A Regra de Dez (O Custo da Falha)

A inteligência operacional ensina que o custo de corrigir um erro cresce exponencialmente conforme ele avança na esteira de produção: